Poema de Pedro Cabrita ilustrado por Quintela da Fonseca
Sem local (Lisboa/Tip.Ed. Académica), sem data (1968), inumerado. Bom exemplar.
Publicação graficamente muito interessante e arrojada, impressa em cartolina que por vezes é colorida, com curiosas sobreposições de papéis e outros materiais em que não se consegue dissociar a ilustração do texto.
Embora, por razões que desconheço, não apareça referido na bibliografia que se debruça sobre a poesia experimental, a ela pertence, sem margem para dúvidas.